Sonhos

Os 10 melhores filmes sobre traumas de guerra

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Este dia foi o primeiro de um ano que acabara de se iniciar, e retomava os anseios que antigos encontros haviam planejado. Realmente esta perda de apoios e de firmezas, juntamente com o fato de nos obrigarmos a viver em ritmo trepidante, produz este fenômeno. Mas, situados numa perspectiva personalista, pressentimos que o fenômeno corresponde a algo muito mais radical. A pessoa é aquele ser que tem que fazer a sua própria vida, sendo uma tarefa para si mesmo. Na sua plenitude reside a sua felicidade. Com quê? Por isto o homem é um ser moral: porque tem de se apropriar de possibilidades reais para se realizar. Deixa assim de se apropriar de possibilidades das quais poderia ou deveria se apropriar, de modo que vai se esvaziando, empobrecendo, desintegrando, desvinculando-se da sua realidade, e perdendo criatividade. Receber e fazer próprias as possibilidades que me oferecem como dom que permite minha plenitude, é o caminho da alegria.

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Facebook Instagram E-mail. Três personagens com interesses próprios, numa trama que os junta numa caçada misteriosa de vingança, envolvendo assaltos reais e fictíciosassassinatos e intrigas, agentes do FBI, nativos indígenas americanos. A obra relata assaltos cometidos na vida real e os reconta de maneira ficcional, dando-lhes novas versões, autores e ligações com outras tramas e desfechos. Confira entrevista com os autores: Clique aqui. Para saber mais ou adquirir o livro: Clique aqui. Enviar por e-mail Postar no blog! Compartir no Twitter Compartilhar no Facebook.

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Mas foi tapar o sol com a peneira. E ainda é um dos grandes temas do cinema de guerra… de qualquer guerra. Um soco de quebrar o nariz.

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Os 10 melhores filmes sobre traumas de guerra | Super

In the frame of a convergence between Cultural History and Political History, this article attempts to clarify and discuss the several possibilities of interaction and the possible relations between History and Cinema, particularly examining the Cinema as historical source, as way for the historical representation, as technology to support the historiographic work, and as an historical agent that interferes in the historical process. In the last part of the article there are presented the kinds of films that keep the relationship with the historical representation. Em suma, ressalvadas as especificidades de cada linguagem e as características pessoais de cada autor, o cineasta-historiador age analogamente ao que faria um historiógrafo tradicional que escreve um livro de História nos dias de hoje. Veremos mais adiante que, do Cinema, podem apropriar-se poderes diversos que agem na História; e que, de outro lado, o Cinema também se pode carregar como campo de resistência a diversos poderes instituídos. Por isto, vale significar que, em todos estes casos, o Cinema tem sido um poderoso autor histórico desde os anos que o viram surgir. O Cinema mostra-se um agente histórico importante no sentido de que interfere directa ou indirectamente na História. E, certamente, através de um filme podem também agir os indivíduos que representam posições específicas.

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